Vereadora Márcia Baranda solicita criação do Programa de Educação Digital e Combate à Misoginia nas Escolas de Parintins
A vereadora Márcia Baranda apresentou indicação à Prefeitura de Parintins e ao Governo do Amazonas, por meio da Secretaria Municipal de Educação e da Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar, solicitando a criação do Programa de Educação Digital e Combate à Misoginia nas Escolas de Parintins, voltado a estudantes, professores e à comunidade escolar.
A proposta tem como objetivo promover ações educativas que abordem temas como respeito às mulheres, igualdade de gênero, uso responsável da internet e prevenção à disseminação de conteúdos de ódio nas redes sociais, incluindo a discussão sobre o movimento conhecido como “Red Pill”.
Márcia Baranda destaca a importância de enfrentar esse tipo de conteúdo que circula nas plataformas digitais e que pode influenciar o comportamento de crianças e adolescentes.
“Sabemos que muitos desses conteúdos ligados ao movimento ‘Red Pill’ pregam a misoginia e a inferiorização das mulheres. Crianças e adolescentes acabam tendo acesso a esse tipo de material que, muitas vezes, aparece de forma aparentemente inofensiva, mas que pode influenciar negativamente comportamentos e fortalecer discursos de ódio contra as mulheres. Por isso, é fundamental que a escola também contribua para orientar os jovens sobre como identificar e evitar esse tipo de conteúdo”, afirmou a vereadora.
Nos últimos anos, tem crescido nas redes sociais a circulação de conteúdos que promovem discursos de ódio e desvalorização das mulheres. Entre jovens e adolescentes, esses materiais podem contribuir para a disseminação de comportamentos misóginos e preconceituosos.
Diante desse cenário, o programa proposto busca fortalecer o papel das instituições educacionais na promoção do pensamento crítico, do respeito e da convivência saudável entre os estudantes.
A vereadora ressalta que a escola tem um papel fundamental na formação cidadã de crianças e adolescentes, e que iniciativas voltadas ao uso consciente da internet e ao combate à misoginia podem contribuir para a construção de uma cultura de respeito, igualdade e prevenção da violência de gênero.