Vereador Gelson pede a Semasth que amplie a doação de Pescados

por Clely Ferreira publicado 20/08/2019 08h15, última modificação 20/08/2019 20h13
Colaboradores: Clely Ferreira
Texto: Anny Prata - Assessoria Parlamentar / Foto: Simone Brandão
Na manhã desta segunda-feira (19), o vereador Gelson Moraes (PSD) ainda discorreu sobre as reclamações de usuários do posto de saúde Dr. Toda quanto ao aparelho de odontologia, que está com problemas há algum tempo e até agora nada foi resolvido. Segundo os usuários, outros postos também se encontram com o mesmo problema.

Na manhã desta segunda-feira (19), o vereador Gelson Moraes (PSD) discorreu sobre as reclamações de usuários do posto de saúde Dr. Toda quanto ao aparelho de odontologia, que está com problemas há algum tempo e até agora nada foi resolvido. Em conversa com a diretora do posto de saúde, foi informado que “a demora é por parte do fornecedor, que precisa de 07 a 10 dias para repassar a caneta e a foto. Essas são as peças que estão faltando no aparelho e que sem elas não tem como fazer o atendimento”. Segundo os usuários, outros postos também se encontram com o mesmo problema.

O vereador relembrou e reforçou em seu discurso sobre a solicitação que fez para fazer parte do grupo de trabalho e movimento econômico, criado pela Prefeitura de Parintins, para tentar alavancar o setor primário. Em particular, Gelson defende a criação de peixes em Parintins. “Sabemos que o setor primário é responsável por gerar bastante emprego no estado do Amazonas e, principalmente, em Parintins. Queremos participar das reuniões para, de alguma forma, contribuir com o setor”, frisou.

Gelson Moraes apresentou Requerimento verbal, destinado a Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho e Habitação (Semasth), através da secretaria Zeila Cardoso, para que possa fazer a entrega do Pescado doado todo ano no período da safra pela Associação de Pescadores, em parceria com a Cooperativa Nacional de Abastecimento (Conab), para famílias de bairros carentes da cidade e de comunidades rurais. Não somente as cadastradas, mas também outras necessitadas, visto que “são 100 toneladas de pescado”.

“Muitas pessoas que moram em bairros carentes também precisam usufruir desse pescado. Então, fica aqui o pedido, através das associações, para que a seja entrega tanto na cidade quanto na zona rural, pois sabemos da dificuldade que essas pessoas vêm passando”, finalizou.