Vereador Fábio Cardoso propõe Projeto de Lei para priorizar atendimento a mulheres em Parintins

por Mayara Carneiro publicado 10/03/2026 13h41, última modificação 10/03/2026 13h41 Texto e Foto: Assessoria Parlamentar
"Ao atravessarem essa fase, elas necessitam de atenção especializada e sensibilidade do poder público. Não é apenas saúde, é justiça social", defendeu.
Vereador Fábio Cardoso propõe Projeto de Lei para priorizar atendimento a mulheres em Parintins

Vereador Fábio Cardoso na Tribuna da Câmara Municipal de Parintins

Nesta terça-feira (10), o vereador Fábio Cardoso (Podemos) apresentou um Projeto de Lei que estabelece diretrizes para a priorização e agilidade no atendimento a mulheres que atravessam o climatério e a menopausa. A iniciativa busca garantir que essas fases naturais da vida feminina recebam a devida atenção especializada dentro dos programas de saúde já existentes no município.

A medida surge como uma resposta ao "sofrimento invisível" de muitas parintinenses. Segundo o parlamentar, o objetivo é assegurar que o sistema público ofereça um suporte digno e humanizado, evitando que a burocracia ou a desinformação prejudiquem a qualidade de vida das cidadãs.

O texto foca na eficiência administrativa, sem gerar novos custos. Entre as principais diretrizes apresentadas pelo parlamentar, destacam-se:

* Prioridade na marcação: Facilitação no agendamento de consultas e exames especializados.
* Redução do tempo de espera: Medidas para agilizar o fluxo entre o diagnóstico e o tratamento.
* Atendimento humanizado: Foco na escuta qualificada e na sensibilidade dos profissionais de saúde.
* Integração de serviços: Melhor comunicação entre as unidades básicas de saúde e a assistência social.

Na exposição de motivos, o parlamentar reforçou que a lei é um compromisso com as chefes de família e trabalhadoras de Parintins.

"Estamos falando de mulheres que sustentam lares e contribuem diariamente para o desenvolvimento de nossa cidade. Ao atravessarem essa fase, elas necessitam de atenção especializada e sensibilidade do poder público. Não é apenas saúde, é justiça social", defendeu.

O projeto também prevê que o Município promova ações informativas para orientar o público feminino sobre seus direitos e sobre o funcionamento dos fluxos de atendimento na rede de saúde.