Críticas ao Governo do Estado e demandas da Zona Rural pautam discurso do vereador Gelson Moraes

por Clely Ferreira publicado 14/08/2019 20h40, última modificação 15/08/2019 13h21
Colaboradores: Karine Nunes
Texto: Assessoria Parlamentar
Em sessão plenária nesta terça-feira (13), o vereador Gelson Moraes (PSD) solicitou da Mesa Diretora o encaminhamento de ofício ao Grupo de Trabalho e Movimento Econômico do Executivo Municipal. A proposta é requerer junto ao prefeito em exercício Tony Medeiros (PSD) representação da Câmara no grupo, a fim de desenvolver o setor primário, principalmente no âmbito da pisicultura, no qual tem experiência.

Em sessão plenária nesta terça-feira (13), o vereador Gelson Moraes (PSD) solicitou da Mesa Diretora o encaminhamento de ofício ao Grupo de Trabalho e Movimento Econômico do Executivo Municipal. A proposta é requerer junto ao prefeito em exercício Tony Medeiros (PSD) representação da Câmara no grupo,  a fim de desenvolver o setor primário, principalmente no âmbito da pisicultura, no qual tem experiência.

Sobre as visitas à zona rural do município, o parlamentar destacou os problemas verificados na entrada do Igarapé. Com acesso restrito, devido a quantidade de capim na região, os moradores destacaram as ações de capina iniciadas há três semanas. A falta de energia elétrica é outra dificuldade citada. Nesse sentido, Gelson pediu ações emergenciais para a solução do empasse e garantia da qualidade e vida ao povo ribeirinho.

Com críticas a atuação do Governo do Estado do Amazonas, o vereador enumerou falhas na administração. Dessa forma, citou o congelamento de salários dos servidores públicos e a dispensa de licitação no valor de um milhão de reais por dia. Assim, repudiou os prejuízos a segmentos que incluem Educação, Segurança Pública e Saúde. " Os projetos encaminhados pelo governador  Wilson Lima demonstram uma grande falta de respeito com o povo amazonense".

Ao cobrar mais responsabilidade do poder público estadual, o vereador esbravejou indignação.  "Pessoas estão morrendo em filas de hospitais, tendo que marcar uma consulta com a demora de 30 a 40 dias para poder se consultar, sem falar a falta de leitos. Os paciente acabam  atendidos nos corredores ou carregados pelos parentes por falta de cadeira de rodas", concluiu.